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Set 10

Leia a íntegra da entrevista que o Folhateen fez com os meninos da banda Restart para a reportagem "Visual colorido e interação via Twitter tornam Restart fenômeno pop", publicada na edição de 31/05/2010 do caderno.

 

FOLHA - Quando vocês se conheceram?
Pe Lanza - Conheço o Pe Lu desde os meus seis anos de idade, quando entrei no colégio. Ainda nem falávamos de banda. Nosso primeiro show foi aos 11 anos, em um sarau do colégio. Tocamos uns covers, foi bem legal.

 

FOLHA - Já tocaram separados em algum momento?
Pe Lanza - Em uma época, o Pe [Lu] e o Koba entraram em um conservatório e começaram a estudar música, enquanto eu e o Thominhas [Thomas] começamos a ouvir outras coisas, gostar de outras paradas. Depois de dois anos, nos juntamos novamente e fizemos um projeto anterior à Restart, C4. Depois, falamos: "Vamos juntar todas as ideias boas e criar um projeto novo, com coisas novas, que ninguém viu".

 

FOLHA - O nome Restart vem desse recomeço?
Pe Lanza - Além de ter dado certo com a ideia do recomeço, o nome também vem de um videogame. A gente estava jogando "Winning Eleven" [jogo de futebol] e eu só perdia para o Pe Lu e falei "Mano, estou cansado de perder, hoje está foda, aperta o [botão] 'restart' aí". Quando falei "restart", pensamos: "Pera aí, esse nome é bom". Aí o Koba desenhou uma logo bem parecida com a nossa de hoje e ficou Restart.

 

FOLHA - O Restart cresceu muito em menos de dois anos de vida. Como tem sido?
Pe Lu - Putz... A gente não imaginava que seria tão rápido assim. A gente mais ou menos sabia o que poderia dar certo, mas não adiantava fazer algo que a gente não queria só para estourar. Mas, quando começamos a divulgar nossa primeira EP no MySpace, demos bastante sorte com uma série de coisas. Muita gente ainda não conhecia o site e apostamos nele. Para a gente, ainda é absurdo, por exemplo, vir 200 pessoas numa segunda-feira nos ver na MTV, às vezes só para dar um tchau ou um abraço. Ficamos ainda muito assustados com todo esse carinho

.Pe Lanza - A cada dia nos acostumamos mais com, por exemplo, sair de casa e ter gente nos esperando. Caramba, será que isso é real?

 

Para continuar lendo >> http://www1.folha.uol.com.br/folhateen/743027-com-agenda-lotada-restart-nao-tem-tempo-para-namorar-leia-entrevista.shtml


publicado por RestartColorBlog às 05:09

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